Mais uma vez vivi um sonho.
Esqueço-me de quando em vez que na vida real, não se beijam sapos que se transformam príncipes... mas príncipes que, quando beijados, se transformam em sapos!
E não aguento ocupar o mesmo espaço que lembranças demasiado fortes permanecem. Não aguento viver um pseuso-amor num quarto que está emprenhado de lembranças que nada têm a ver comigo. torna-se demasiado injusto, demasiado ridículo, demasiado estranho.
Mais uma vez escolhi caminhos errados, segui por trilhos que nada têm a ver com os meus ideiais de vida.
E a verdade é que sou demasiado doce para quem me incute um sabor amargo.
quinta-feira, 17 de janeiro de 2008
quinta-feira, 20 de dezembro de 2007
Ficou - Susana Félix
Que é da alegria?Quem te a roubou?
Da fantasia,o que ficou?
Nos teus olhos tristes
Já a noite entrou
Com quantas cores
Pintaste a vida
Aos teus amores?
A taça erguida
Tudo que sonhaste
A vida matou
Ficou...
Só esse olhar vazio
Sem cor,
Sempre distante e frio
Com que palavras
Escondes a dor
O desalento, o desamor?
Nos teus olhos tristes
Já o sol brilhou
Ficou...
Só esse olhar vazio
Sem cor,
Sempre distante e frio...
Que é da alegria?Quem te a roubou?
Da fantasia,o que ficou?
Nos teus olhos tristes
Já a noite entrou
Com quantas cores
Pintaste a vida
Aos teus amores?
A taça erguida
Tudo que sonhaste
A vida matou
Ficou...
Só esse olhar vazio
Sem cor,
Sempre distante e frio
Com que palavras
Escondes a dor
O desalento, o desamor?
Nos teus olhos tristes
Já o sol brilhou
Ficou...
Só esse olhar vazio
Sem cor,
Sempre distante e frio...
quinta-feira, 13 de dezembro de 2007
Sem qualquer dúvida agora sei que "quem procura o que quer, quase sempre encontra o que não quer"!
E dói... dói não pela dor em si, mas pelo tempo que se passa a pensar numa coisa que, no fundo, não é nada disso.
Acho sempre que conheço bem uma pessoa, mas não é bem assim. Posso conhecer os sorrisos, as tristezas, as expressões, alguma essência... mas nunca consigo ver o que vai para além disso e daquilo que não me é dito, que me é escondido como um tesouro... mas esse tesouro afinal não tem valor nenhum! é um baú cheio de enganos, de traições, de deslealdade, de falta de respeito.
Sinto-me tão transparente que acho que as pessoas que me rodeiam (especialmente aquelas com quem partilho coisas que jamais partilharia com qualquer pessoa) também assim são.
Vivo um engano. Nunca pensei nas coisas assim.
Desilusão.
E dói... dói não pela dor em si, mas pelo tempo que se passa a pensar numa coisa que, no fundo, não é nada disso.
Acho sempre que conheço bem uma pessoa, mas não é bem assim. Posso conhecer os sorrisos, as tristezas, as expressões, alguma essência... mas nunca consigo ver o que vai para além disso e daquilo que não me é dito, que me é escondido como um tesouro... mas esse tesouro afinal não tem valor nenhum! é um baú cheio de enganos, de traições, de deslealdade, de falta de respeito.
Sinto-me tão transparente que acho que as pessoas que me rodeiam (especialmente aquelas com quem partilho coisas que jamais partilharia com qualquer pessoa) também assim são.
Vivo um engano. Nunca pensei nas coisas assim.
Desilusão.
sexta-feira, 7 de dezembro de 2007
Cá por dentro viajam-se mundos, constroem-se castelos... Edificam-se sonhos!
Cá por dentro bate-se com a porta ao mundo e abrem-se janelas aos sorrisos!
Cá por dentro vive-se e morre-se!
Cá por dentro ri-se e chora-se!
Cá por dentro há espaço para mim, para ti, para os que me são importantes, para os que me desiludem, para os que me iludem... para os que vejo sempre, para os que quase sempre não vejo... para os que me absorvem em conversas imensas, para os que estão sempre e para os que quase sempre não estão!
Cá por dentro há espaço para magia... há espaço para sentir, para estar, para querer!
Cá por dentro há sempre espaço para SER!
Cá por dentro bate-se com a porta ao mundo e abrem-se janelas aos sorrisos!
Cá por dentro vive-se e morre-se!
Cá por dentro ri-se e chora-se!
Cá por dentro há espaço para mim, para ti, para os que me são importantes, para os que me desiludem, para os que me iludem... para os que vejo sempre, para os que quase sempre não vejo... para os que me absorvem em conversas imensas, para os que estão sempre e para os que quase sempre não estão!
Cá por dentro há espaço para magia... há espaço para sentir, para estar, para querer!
Cá por dentro há sempre espaço para SER!
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